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SUPER QUEIMA de estoques de Máquinas para Movelaria na Gasômetro Madeiras!

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PERTECH LANÇA REVESTIMENTO AUTO-ADESIVO QUE OFERECE MAIOR PRATICIDADE COM A QUALIDADE DE SEMPRE

Postado por gasometro | Categoria Produtos | Data 03-05-2010

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PERFÁCIL O LAMINADO QUE VAI COLAR

A Pertech, referência na América Latina em laminados decorativos de alta pressão, apresenta ao mercado  Perfácil ,   laminado auto-adesivo de alta resistência e de fácil aplicação . O produto foi desenvolvido especificamente para o mercado moveleiro,  sendo recomendado para revestir peças em MDF, MDP  e compensado .

O Perfácil é um produto inédito no mercado de laminados de alta pressão que chegou para facilitar o seu trabalho, tornando seu tempo ainda mais produtivo.
Pensando em você a Pertech desenvolveu um laminado com adesivo no verso, sua aplicação é rápida, limpa e simples basta retirar a película e aplicar o produto.

 A superfície do Perfácil é constituída de laminado decorativo de alta pressão -LaminAR, o que confere ao produto alta resistência  à manchas, ao calor, umidade, além de facilitar a limpeza e ter maior durabilidade.  Além disso, o  produto  não favorece a formação e permanência de colônias de fungos, ácaros e germes, o que o torna asséptico e antialérgico.

Praticidade e rendimento

O grande diferencial da nova linha é a facilidade de aplicação, o que garante maior rendimento ao trabalho de marceneiros. O produto, pronto para uso, pode ser aplicado diretamente nós móveis e superfícies já instalados . Além disso, Perfácil pode ser cortado, perfurado e processado  através de  equipamentos comuns,  o que facilita seu manuseio.

Dicas Importantes
Para que o adesivo tenha uma maior aderência o substrato a ser colado deve estar limpo e seco.

Especificações Técnicas:

Padrões Disponíveis
PP 60 Bianco
PP 96 Ovo
PP 98 Marfim
PP 962 Cinza Argila
*Outras cores sob consulta

Espessura (mm): 0,8

Dimensão (m): 1,25 x 3,08 

Onde encontrar? Nas lojas da Gasômetro Madeiras sob encomenda.

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VERDADES E MITOS SOBRE MDF E CHAPAS AGLOMERADAS

Postado por gasometro | Categoria Curiosidades na Marcenaria | Data 03-02-2010

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Saiba aqui algumas idéias equivocadas sobre chapas de MDF e aglomerado, que podem gerar problemas para fabricantes, revendedores, marceneiros e consumidores. 

Aglomerado de madeira

 

MDF

 1º. Mito – MDF é resistente à água

 O MDF possui certa resistência à água, mas ele não é imune à sua ação. É preciso saber que existe uma diferença entre uma chapa que é molhada uma vez, mesmo que por um período longo, e outra que sofra molhamentos constantes ao longo do tempo. A explicação sobre a ação da água na chapa é que as fibras da madeira, ao absorver umidade, irão inchar. Isso acontece em qualquer tipo de chapa – seja MDF, aglomerado ou compensado. A umidade também favorece o aparecimento de fungos, o que contribui para a degradação do painel.

Os móveis que estão sujeitos a molhamentos eventuais, como é o caso de móveis de cozinha e banheiro, devem ser revestidos adequadamente todas as faces e bordas dos componentes do móvel. Com esta proteção, executada da forma correta, a água não irá penetrar na peça, e ela ficará intacta por muitos anos. O revestimento, tanto das faces quanto das bordas, pode ser feito de diversas maneiras, desde que realizado de forma adequada e com cuidado.

2º. Mito – Chapas são imunes a cupins 

Esta é outra idéia equivocada bastante difundida – a de que os painéis de madeira reconstituída são resistentes ao ataque de cupins. Saiba que nenhum tratamento é dado ao MDF, à madeira aglomerada ou à chapa de fibra para proteção contra cupins. Acontece que estes painéis são prensados em alta temperatura, cerca de 200ºC, o que extermina todos os insetos existentes no processo produtivo, inclusive o cupim. Isto é garantia de que as chapas chegam nas revendas livres de cupins, mas não assegura que não possa acontecer uma contaminação a partir daí. Mas como normalmente as chapas ficam pouco tempo armazenadas em revendas e marcenarias, é difícil ocorrer o ataque de cupins nestes locais.
Entretanto, se o móvel for instalado em local contaminado por cupins, ele poderá ser atacado. Sabendo disso, é recomendável uma dedetização local para evitar que o móvel seja infestado.

3º. Mito – MDF é mais resistente que aglomerado

 Muitas pessoas acham que o MDF é mais resistente que outros tipos de painéis e que, quanto maior sua espessura, maior sua resistência. Talvez este conceito errado tenha surgido devido ao fato do MDF ser mais compactado que o aglomerado. Uma das afirmações ouvidas neste sentido é que o MDF “segura” mais os parafusos, o que não é verdade. A resistência de uma peça depende, além do material usado, de outros fatores importantes como: projeto do móvel; execução e ferragens utilizadas. Os projetos e a execução dos móveis são muito mais importantes na definição de sua resistência que o próprio painel utilizado.

Fonte: Boletim do Marceneiro – Duratex – Edição: Rita Curci

Vocês profissionais da área concordam com esta matéria?

Vamos aproveitar este espaço para trocar opiniões e experiências….

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Moveleiro e aventureiro nas horas vagas

Postado por gasometro | Categoria Curiosidades na Marcenaria | Data 27-01-2010

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O marceneiro Dirceu Rocha de Aquino, de São José dos Campos,  adora passear em cidades como Ilhabela, Caraguatatuba, Monte Verde e São Francisco Xavier, conhecidas cidades turísticas do litoral norte e serra da Mantiqueira. Só que ele tem uma maneira especial de passear por esses lugares. Ele não fica nas praias badaladas e nem visita pontos turísticos. Seu programa é se meter em trilhas pela mata e andar, andar, andar… A caminha  é um antigo  hobby do marceneiro que exige preparo físico e fôlego.

Em Ilhabela, Dirceu foi a pé para a praia do Bonete, onde só se chega de barco ou após caminhar 4 horas por uma trilha. Também já foi andando até as praias do Jabaquara e Castelhanos (27 km), essa última muito procurada por grupos de off road. Em Caraguatatuba, outra cidade do litoral norte, ele perdeu a conta de quantas vezes subiu o morro onde pilotos saltam de asa-delta. Também esteve no Pico das Agulhas Negras, no Parque Nacional de Itatiaia (RJ), e subiu a Pedra do Baú, uma rocha com mais de 300 metros de altura que fica na cidade de São Bento do Sapucaí.

Entre o município de Monte Verde (MG) e São Francisco Xavier (distrito de São José dos Campos), dirceu está tão acostumado a passear que não é preciso ter um roteiro definido. Simplesmente entra na mata e anda até onde der. Disposição é que não falta. Difícil mesmo é arrumar companhia para as suas andanças. E quando consegue convencer um amigo, ainda pode acontecer do pobre coitado não conseguir chegar até o final.

Foi o que ocorreu, por exemplo, numa viagem de São José à Aparecida. Num grupo inicial de cerca de 30 pessoas, Dirceu foi um dos poucos que conseguiu cumprir a distância de mais de 80 km em um dia.  “Eu segui o meu ritmo e fui até o final. Às vezes parava para esperar os meus amigos. Cumprir um percurso é um desafio para mim. Não sou de desistir”, explica marceneiro, que ainda foi uma segunda vez para Aparecida. O mais impressionante é que ele não faz qualquer treinamento, não usa tênis, botas ou mochilas especiais para trekking (caminhada).

Se você acha que parou por ai, está muito enganado… Dirceu e sua turma não se cansam de inventar, como mostra na foto a seguir eles construíram está jangada de garrafa pet e passam dias descendo o Rio Paraíba.

Santiago de Compostela

 A aventura mais emocionante do marceneiro, no entanto, foi percorrer 220 km do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. A famosa rota de peregrinação que atrai turistas do mundo inteiro tem cerca de 800 km e cruza toda a Península Ibérica até a cidade de Santiago de Compostela. Como é do estilo dele, a viagem aconteceu de repente, sem muito planejamento. Ele viajou com um primo que passou meses se preparando para a aventura. Logo no primeiro dia, o primo não agüentou o ritmo de caminha e eles se separaram.

Os 220 km foram percorridos em 6 dias. “Infelizmente não tínhamos tempo para cumprir todo o percurso. Mesmo assim foi uma experiência maravilhosa. Já tinha ouvido falar no Caminho de Santiago de Compostela, mas eu achava que era um sonho impossível de se realizar”, lembra.

Dirceu traz na memória as belas paisagens que molduraram o caminho até Santiago de Compostela. Ele conheceu igrejas seculares, passou por pequenos vilarejos e cruzou com turistas de outros países. Certamente essa viagem vai ficar para sempre na lembrança do marceneiro.

Quanto ao futuro, ele já tem um outro sonho: dar a volta na Ilhabela, abrindo caminho entre a mata e as encostas.

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Para vencer a concorrência do setor moveleiro

Postado por gasometro | Categoria Dicas do Omar | Data 22-01-2010

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  O setor moveleiro é um dos segmentos da indústria que mais tem crescido no Brasil. Além da concorrência entre as próprias marcenarias, há ainda a concorrência dos móveis industrializados. Hoje o consumidor pode ir a uma grande rede de magazine e comprar esse tipo de móvel financiado em até 24 meses, pagando prestações quase que irrisórias. Quem já não viu na televisão o anúncio de uma grande loja anunciando ‘compre o guarda-roupas e leve de graça uma cama de casal?’. Numa análise rápida e simplista, pode-se chegar a uma assustadora conclusão: é impossível enfrentar essa concorrência. Calma, não é bem assim.

  O móvel feito na marcenaria pode ser infinitamente superior em qualidade. Mas a principal vantagem é que só o móvel feito sob encomenda pode atender todas as necessidades do consumidor. Só um marceneiro pode fazer um móvel do jeitinho que o cliente quer para colocar em sua sala ou aproveitar cada canto da cozinha. Por isso, embora concorrentes, sempre haverá espaço para a indústria de móveis e para as marcenarias.

  Separado o joio do trigo, vem uma questão ainda mais importante: a necessidade crescente das marcenarias se atualizarem para sobreviver num mercado onde a concorrência é cada vez mais acirrada. Atualização não significa apenas adquirir máquinas e equipamentos. Isso é importante, mas não é tudo. O marceneiro deve estar atento aos produtos que chegam ao mercado, trazendo novas tecnologias e conceitos que podem ser traduzidos em melhor qualidade, maior resistência e facilidades na execução dos móveis. Os marceneiros também devem explorar técnicas de vendas, aperfeiçoar o atendimento ao cliente e gerir melhor os seus negócios. São pequenos grandes detalhes que fazem a diferença entre ganhar e perder uma concorrência.

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