Destaque

É bom trabalhar com os produtos VONDER!

A VONDER, a tradicional marca de ferramentas e ferragens. Com um grande mix de produtos VONDER conta com ferramentas mais robustas, resistentes, duráveis e ideais para atividades pesadas e/ou intensas, além do compromisso de tornar o trabalho de muita gente cada vez melhor, seja na indústria ou em...

Leia mais...

Serviços Gasômetro Madeiras : Facilidade, Qualidade e Pontualidade!

Postado por gasometro | Categoria Destaque, Sem categoria | Data 16-08-2010

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

0

Olá Queridos Moveleiros,

Na Gasômetro Madeiras você conta com uma variedade de serviços para ajudá-lo a fabricar seu móvel com facilidade e altíssima qualidade de acabamento!  

Temos também…

► Fura Fácil
Para você ganhar tempo. Aplicamos as furações dos dispositivos e ferragens para a montagem do seu móvel.

► Cor Fácil
Para atender os mais variados projetos do seu cliente., apresentamos a Mixmachine que disponibiliza para você 6000 cores diferentes.

► Post Fácil
Para as bordas arredondadas prestamos serviços de post forming.

► Aparelhamento Fácil
Prestamos o serviço de aparelhamento de madeiras maciças destacando o seu desenho natural e facilitando seu acabamento.

► Prazo Fácil
Facilitamos seu pagamento em até 24 parcelas. Consulte-nos

► Entrega Fácil
Temos uma grande frota a disposição de nossos clientes para que possamos entregar com segurança e pontualidade o seu pedido.

Tudo isso foi pensado para aumentar sua competitividade no mercado!

E é por isso que a Gasômetro criou todos os seus serviços ! Para facilitar a vida de quem mais entende de móveis!

Você!!

 

Um grande abraço e uma ótima semana!!

 

GD Star Rating
loading...

Marceneiro conta como foi viver a tragédia do terremoto no Haiti

Postado por gasometro | Categoria Curiosidades na Marcenaria, Sem categoria | Data 29-01-2010

Tags:, , , , , , , ,

2

Podemos sim dizer que os profissionais da movelaria têm grandes histórias e experiências  para nós contar, como podemos ver a seguir…

O marceneiro maranhense Inaldo Castro da Silva, 44 anos, falou nesta quinta-feira sobre a angústia de ficar três dias sem conseguir avisar à família que sobreviveu ao terremoto de 7 graus de magnitude que atingiu o Haiti, em 12 de janeiro. Silva mora há 15 anos no país caribenho e está de férias no Cosme Velho, zona sul do Rio de Janeiro.

Ele afirmou que muito do que produziu nesses anos está debaixo de escombros em casas e prédios da capital haitiana, Porto Príncipe. O marceneiro disse que será necessária “a calma de um artesão” para reconstruir a cidade.

Apesar de ter sido bem tratado pelos haitianos, o marceneiro não acredita que vá voltar a morar no país. Quando acabar suas férias, no final de fevereiro, ele pretende ir à Porto Príncipe e procurar a empresa em que trabalhava, para se desligar.

Agência Brasil – Como foram os momentos em que ocorreu o tremor?
Inaldo Castro da Silva- Foi um susto muito grande. Eu tinha chegado do trabalho havia 20 minutos quando começou aquele tremor de terra, tão grande e tão rápido. Dentro de 15 segundos, acabou com a cidade quase toda. Foi muito horrível. Eu estava no segundo andar e só deu tempo de pegar minha mulher e sair do hotel onde moramos. Fomos para um pátio e ficamos lá, abraçados, sem saber a proporção da tragédia. Passamos a noite toda lá, sem poder entrar no hotel.

ABr – E qual é o retrato de Porto Príncipe após a tragédia?
Silva – A cidade vive uma dor muito grande. Falta água, comida. A ajuda chega, mas não é suficiente para eles, porque há muitos desabrigados. Os supermercados foram destruídos, então fica muito difícil começar uma nova vida.

ABr – Como você conseguiu avisar à sua família que você estava bem?
Silva – Não conseguia falar com eles. Depois de três dias, eu fui para a República Dominicana, terra natal da minha esposa, para dar um sinal de vida para eles. Até então, eles estavam sem saber de mim e já pensando no pior.

ABr – Por que você decidiu ir para o Haiti?
Silva – Eu fui pra lá para substituir um brasileiro em uma companhia francesa que, depois, foi vendida para três sócios haitianos. As pessoas gostaram do meu trabalho e eu fui me adaptando aos poucos. Também comecei a treinar um pouco de orientação, explicar como trabalhar a madeira bruta, como fazer as janelas e portas.

ABr – Como os haitianos recebem os brasileiros que chegam por lá? Foi fácil se adaptar à vida em Porto Príncipe?
Silva- Os haitianos são muito carentes e gostam muito dos brasileiros. Sempre tratam a gente com muito respeito, muito carinho e isso me dava muita alegria. Eles querem sempre aprender com a gente.

ABr – Você ainda pensa em voltar para o Haiti?
Silva – Antecipei minhas férias, que seriam em junho, e vim para o Brasil ver a família. No fim do mês, vou para a República Dominicana passar mais alguns dias e, só depois, vou para o Haiti para ver com a empresa o que eu vou fazer. Agora, só Deus é quem sabe do meu destino.

Ficamos felizes por esta ter sido uma das histórias com final feliz, do Marceneiro Inaldo!

Fonte: http://noticias.terra.com.br/

GD Star Rating
loading...